segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

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António Filipe
António Filipe


 

António Filipe é Mestre em Multimédia em Educação, especialista em Metodologias de E-learning e em Comunidades Colaborativas On-line, com duas Pós-Graduações em E-learning da Universidade de Aveiro e da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Coimbra.

É docente do Ensino Superior e bolseiro FCT no Doutoramento em Design de Interacção na Universidade de Aveiro. É membro da Internacional Association for Development of the Information Society (IADIS), com diversas publicações “refree” em Congressos Internacionais Ibero-Americanos na Área das Comunidades de Colaboração e Aprendizagem On-line.

Exerce ainda funções como Coordenador Científico para a Formação Profissional na Empresa Teleformar e é Consultor e Tutor Especialista na Área do E-learning em diversas instituições do ensino superior e empresariais.

 


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Artigos
Comunidades de aprendizagem colaborativa

Há muito que o fenómeno social da comunidade é reconhecido como a chave do sucesso na dinamização de contextos de aprendizagem. (António Filipe)

Socialização, coesão e interdependência

Os desafios que se impõem no futuro às comunidades de aprendizagem colaborativa com suporte on-line não são apenas tecnológicos, segundo investigadores como Kollock (1998) serão essencialmente desafios de ordem sociológica, em que o principal enfoque deverá passar pela interacção e a organização social.  (António Filipe)

Construção de uma identidade colectiva

Quando uma comunidade de aprendizagem é vista como o produto do trabalho conjunto, no lugar de um local ou de um processo onde ocorre a aprendizagem, o conceito de comunidade perde o seu valor geográfico e de vizinhança física (Wellman, 1999, cit in Rovai, 2002). (António Filipe)

Promoção da interacção e da colaboração

Um conceito central, tanto na aprendizagem como na mediação com computadores, é a noção de interacção. A interacção diz respeito à correspondência de eventos que envolve, pelo menos, duas pessoas ou um objecto e uma pessoa. (António Filipe)

Aprendizagem colaborativa versus cooperativa

À primeira vista, colaborar e cooperar podem ser considerados sinónimos. No entanto a extensão dos termos é diferente: o termo colaborar tem maior amplitude do que o termo cooperar, o que faz da aprendizagem cooperativa um subtipo da aprendizagem colaborativa (Cuseo, 2000). (António Filipe)

A formação de grupos

O termo sociedade (agrupamento de pessoas que vivem em estado gregário) indicia não só a necessidade do homem viver em grupos mas também a propensão de desenvolver actividades em grupo. (António Filipe)

Factores que afectam o grau de satisfação dos alunos

Segundo Rourke e tal (2001b), vários investigadores propuseram declarações mais alargadas sobre os benefícios pedagógicos das interacções suportadas por computador, contudo poucas dessas generalizações puderam ser suportadas por dados experimentais. (António Filipe)

O blended-learning e a flexibilização das interacções

Com a atenção toda centrada no aluno, é fácil descobrir que cada pessoa adopta estilos diferenciados para adquirir conhecimento (Liu e Ginther, 1999), e que cada um, no espaço de aprendizagem de múltiplas inteligências (Gardner, 1993), adopta e desenvolve a sua própria combinação de inteligências. (António Filipe)

A e-moderação nas interacções colaborativas

À medida que o suporte on-line vai sendo introduzido no ensino superior como suporte a ambientes de aprendizagem, segundo Collins e Berge (1997) aumenta o reconhecimento da crescente curiosidade dos professores pelas potencialidades da e-moderação como extensão das interacções ocorridas na sala de aula. (António Filipe)

Motivação e indução para a participação

A motivação não deve existir como uma solução para problemas como o desinteresse e a falta de determinação: deve antes constituir-se como uma estratégia profiláctica de antecipação do problema. (António Filipe)

Ferramentas de avaliação e de moderação

Partindo dos principais pressuposto da Era do Conhecimento de que os seres humanos têm uma capacidade infinita de gerar conhecimento e de que o conhecimento aumenta quando é partilhado, o b-learning assume um papel preponderante na organização e gestão desse conhecimento. (António Filipe)

Ambientes de gestão e reutilização de conteúdos

As plataformas de gestão de conteúdos e de aprendizagem surgem como uma resposta à necessidade de se gerirem grande quantidades de informação e de comunicações. (António Filipe)

Organização e estruturação dos contextos

Apesar de serem conhecidas as vantagens dos LMS na gestão e organização dos conteúdos e das interacções on-line, os contextos de aprendizagem colaborativa ... (António Filipe)

Ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona

As principais vantagens apontadas pelas ferramentas de comunicação com suporte on-line, dentro ou fora de um LMS, é a possibilidade da comunicação poder ser feita não só no sentido de um-para-um, mas também de um-para-muitos ou ainda de muitos-para-muitos. (António Filipe)

Listas de discussão como motor da participação

Neste contexto, a aprendizagem colaborativa é entendida como aquisições individuais de conhecimento, competências e atitudes através da interacção em grupo. (António Filipe)




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