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Globalização e Investimento

Por Carlos Ascensão 

Normalmente as pessoas associam globalização a aumento do volume do comércio de bens e serviços estrangeiros.

Globalização e InvestimentoOs fluxos comerciais são, de facto, um dos aspectos mais visíveis da globalização. Muitos analistas dizem que o investimento internacional é a mais poderosa força propulsora da economia mundial.

O investimento por vezes altera os métodos de produção devido à transferência de know-how, tecnologia e técnicas de gestão, situação porventura com maior impacto na economia global do que a mera troca de bens.

Globalização e Investimento

Nos últimos anos, o investimento estrangeiro tem crescido a um ritmo mais rápido do que o comércio internacional ou a produção mundial em geral. De 1980 a 2000, enquanto o volume de mercadorias comercializadas aumentou significativamente, o investimento estrangeiro cresceu ainda com mais rapidez. Este investimento tem sido um poderoso catalizador para o crescimento económico.Desde 1982 os fluxos mundiais de IDE aumentaram quase 30 vezes

O enorme crescimento nos níveis de investimento directo estrangeiro (IDE) é um fenómeno recente, sendo uma das mais importantes causas e efeitos da globalização. Desde 1982 os fluxos mundiais de IDE aumentaram quase 30 vezes1.

Mas, como acontece com muitos dos outros aspectos da globalização, o investimento estrangeiro levanta muitas questões sobre os novos aspectos económicos, culturais, políticos, etc. Os fluxos de investimentos e as respectivas regras suscitam dúvidas em torno do desenvolvimento económico, da protecção ambiental, das normas laborais e da estabilidade económica.

Benefícios líquidos do investimento global

Como já vimos, o fenómeno da globalização é tão complexo que é pacífico afirmar que da sua existência resultam oportunidades e ameaças de vária natureza.

Podemos então perguntar onde é que se encontra o equilíbrio dos seus custos e benefícios.

A questão é particularmente sensível nos países em vias de desenvolvimento. Muitos dos problemas gerados pelo investimento nestes países decorrem de várias deficiências internas, tais como a falta de supervisão do sector bancário, a corrupção, o desemprego e a ausência ou inaplicabilidade de normas ambientais.

Para muitos economistas a liberalização financeira no âmbito do investimento internacional representa um poderoso motor de crescimento económico. As estatísticas revelam que existe uma correlação entre o investimento e o crescimento dos países em vias de desenvolvimento.

Mas outros analistas mais críticos apontam que o investimento sozinho não fornece bases para o desenvolvimento daqueles países. Segundo esta corrente, o investimento estrangeiro gera um crescimento mais sustentável quando o ambiente interno é favorável. Ou seja, Quando a situação económica é favorável ao investimento interno, é provável que o seja para o investimento estrangeiro.

A partir desta escola de pensamento os economistas questionam se um país com um orçamento limitado não deveria primeiro concentrar-se em melhorar infra-estruturas como o sistema de justiça para controlar a corrupção em ordem a atrair o investimento estrangeiro.

Finalmente refira-se os alertas por parte de outros economistas que afirmam que os benefícios do investimento estrangeiro dependem das indústrias em que recaíram os investimentos. Por exemplo, o investimento nas indústrias extractivas de recursos naturais pode ter efeitos nefastos de vária natureza (por exemplo, ambientais), enquanto que o investimento nas indústrias de fabrico de produtos pode trazer benefícios efectivos para as economias locais.

 

1 Fonte: United Nations Conference on Trade and Development - http://stats.unctad.org/Handbook/TableViewer/tableView.aspx?ReportId=1294

Autor Carlos Ascensão