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Procura-se CEO


A actual tendência para a queda de executivos de grandes empresas internacionais, revela que o conceito de liderança e o perfil dos actuais líderes não está ajustado à realidade do mercado actual.

O sonho da esmagadora maioria dos executivos de alcançar o posto de Chief Executive Officer (CEO) numa grande empresa, considerado por muitos o apogeu da sua carreira profissional, está a revelar-se nalguns casos um grande pesadelo. Um recente estudo de uma conhecida empresa multinacional de consultoria revelou que 60% dos directores com condições para serem promovidos a CEO entre as mil maiores empresas americanas, disseram não desejarem o posto. Nem mesmo a realização profissional, a compensação financeira e o status daí decorrente são suficientes para acabar com o receio de sofrerem as pressões que já fizeram como vítimas nos EUA, por exemplo Carly Fiorina (HP) e Michael Eisner (Disney), somente para citar os casos mais famosos.

O motivo é de fácil justificação. Os líderes são confrontados com exigências cada vez maiores nos mais diversos níveis. Se não vejamos: satisfazer os accionistas, gerar resultados no curto, médio e longo prazo; gerir, orientar e motivar colaboradores; sem esquecer as exigências da vida em família e em sociedade. Se a tudo isto juntarmos a responsabilidade e a pressão de um cargo de elevada responsabilidade, é fácil entender a dificuldade sonhar com um cargo deste nível.

Para equacionar o problema e dar resposta a todas as expectativas, consultores, especialistas e académicos têm proposto diversos perfis: o líder carismático, o de elevada performance, o que trabalha bem em equipa, o comunicativo, etc. Todos estes estudos abordam exemplos de casos procurando mostrar que o seu modelo é o que trará os melhores resultados para as organizações.

Porém, quando analisamos os líderes que conseguiram vencer todas as dificuldades e desafios, o que se constata é de que todos reúnem, em maior ou menor grau, o carisma, a busca pela melhor performance, pragmatismo, ética, comunicação, etc. O que os diferencia é a sua capacidade de se alinharem com a cultura, a missão e os valores da organização onde actuam, utilizando as suas qualidades de acordo com o que os rodeia no momento.

Infelizmente, não há uma fórmula secreta para construir um líder. Se o cenário onde actua não estiver alinhado com o seu perfil (competências) o sucesso será pouco provável. A característica que parece ser a mais importante da actualidade é a liderança dinâmica, que pode ser resumida como sendo a capacidade que o líder tem de se moldar ao cenário actual, acompanhando as suas transformações e assim conseguindo os resultados desejados. Esse líder tem sobretudo dois desafios: Por um lado, ter o discernimento suficiente para verificar o alinhamento das competências e motivações com as tarefas dentro deste cenário e ao mesmo tempo saber identificar, avaliar e entender o cenário.
Se desenvolver o auto conhecimento depende praticamente da pró actividade do líder, a identificação dos cenários exige uma abordagem mais externa, contando com a ajuda de sua equipa e rede de relacionamentos. O melhor ponto de partida é, desde logo, analisar os cenários nos seus diversos níveis, a saber: interno (organização); interacção operacional (clientes e fornecedores); estratégico (o mercado e os seus agentes); político-social (a comunidade e a sociedade em que a organização está inserida e os seus agentes políticos) e a ambiental (o meio ambiente e as suas influências na organização).

Para cada conjugação de cenários teremos necessidade de características diferentes, umas mais fáceis e outras mais difíceis de serem desenvolvidas. As competências devem estar baseadas no uso integral de toda a capacidade racional e emocional, unindo de forma ressonante o tangível e o intangível, a realidade e a imaginação, o planeamento e a intuição, a racionalidade e a paixão, o concreto e o abstracto, o óbvio e o subtil. Dessa forma, é possível construir um potencial para a acção ajustado à diversidade de exigências no teatro das operações do CEO. Praticar a chamada liderança dinâmica é estar permanentemente em profundo contacto consigo mesmo, com as pessoas e o ambiente que o cerca. Os resultados alcançados por esse novo perfil de líder reflectem-se expressivamente, não apenas nos resultados anuais das organizações, mas também na satisfação pessoal dos executivos, colaboradores e accionistas. É este o perfil do CEO do futuro. Será que eles já andam por aí?

 

 

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António Godinho
Administrador do grupo Onebiz
www.onebiz-group.com

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