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Seis medidas para aumentar a competitividade empresarial


O que faz com que duas empresas concorrentes do mesmo sector tenham resultados diferentes, no que respeita à inovação e à evolução no mercado? Na verdade, há empresas que são capazes de criar constantemente novos produtos, de conquistar novos mercados e continuar a crescer. Tentar prolongar a fonte de rendimento que parece inesgotável, ter como certo que o mercado está saturado e pensar que não é possível inovar ou apostar em novos produtos são alguns erros a evitar. As noções pré-concebidas de que, para criar, é necessário correr riscos e apostar em mais recursos humanos, também podem conduzir à estagnação empresarial.
Eis aqui alguns conselhos para manter viva a
competitividade empresarial, tão necessária para Portugal nos tempos que correm:

1. Não idolatrar a principal fonte de rendimentos da sua organização
É preciso ter em consideração, o que hoje é uma boa fonte de rendimentos para os negócios, amanhã pode não ter qualquer importância. Os gestores das empresas devem ter a coragem de perceber quando é chegado o momento de abandonar.
O raciocínio é bastante simples. Quando uma empresa está a apoiar-se na sua principal fonte de rendimentos, os concorrentes estão, igualmente, a tentar destruí-la. É fundamental que as empresas saibam renovar a tempo, mesmo que a criação de uma
nova fonte de rendimento implique a eliminação da existente.
Caso não se verifique, o processo de decisão estagna e deixa de haver iniciativa.

2. Afastar a ideia que os mercados estão saturados
É necessário ter a percepção das pequenas oportunidades, para os nichos de mercado, mesmo que não sejam evidentes. A segmentação do mercado possibilitará a descoberta de
novas áreas de crescimento.
O acesso à informação e a capacidade de seleccionar a informação importante são factores decisivos, para a percepção do que pode ser aproveitado. Ao contrário do que possa parecer, as PME em Portugal estão em boa posição para aproveitar as novas oportunidades que os mercados oferecem, na medida em que possuem uma estrutura mais pequena e mais flexíveis.

3. Ter presente a necessidade de inovar
As empresas que têm uma visão mais criativa conseguem surpreender o mercado e conquistá-lo. As melhores empresas já perceberam isto e investem em algo tão importante como o factor
mudança – A diferenciação ainda é uma alternativa a seguir.

4. Trabalhar para criar
Pensar que só é capaz de inovar quem nasceu com essa capacidade é um erro, embora cada colaborador tenha determinadas tendências, é preciso entender que o trabalho também pode significar inovação.
É necessário ter em conta determinados aspectos:
• O sistema de gestão – é um factor decisivo numa empresa e pode contribuir para a inovação, isso não significa que se contratem colaboradores que nasceram com a capacidade de criar, mas será consequência do estilo de gestão da empresa.
• O sistema institucionalizado – implementado um processo, no sentido de avaliar e introduzir novos produtos pode ser uma boa ferramenta para o sucesso empresarial e uma mais-valia em relação aos concorrentes.
• O processo organizacional – a gestão empresarial definida e os incentivos implementados são factores fundamentais para a inovação das empresas. É necessário identificar os factores de inovação e seleccioná-los de forma sistematizada, para que estes não sejam desperdiçados.

5. Criar produtos ou serviços inovadores, não significa correr riscos desnecessários
Os riscos considerados prudentes, por vezes, são necessários quando se fala de inovação e de criação de novos produtos ou serviços.
Negociar é também arriscar de forma acertada e os empresários com uma dose certa de ponderação não têm por hábito correr riscos desnecessários, sabem quando devem agir. O risco deve ser calculado, mas sem prejudicar a inovação. É um erro ficar estagnado com receio de criar novos produtos ou serviços que implicam riscos.

6. Para inovar não precisa de ter mais recursos humanos
As iniciativas empresariais significam a procura de novas oportunidades, independentemente da quantidade dos colaboradores disponíveis.
O empenho e o gosto pelo trabalho a realizar são dois factores que poderão parecer insignificantes, mas que não o são, pelo contrário, podem persuadir os colaboradores a empenharem-se na solução de problemas, na criação de produtos e de ideias que permitam as empresas crescerem. Por vezes, basta apostar na pessoa certa, que pode ser apenas e somente uma. A gestão da mudança pode ser feita através da gestão do departamento de recursos humanos, de forma que a produtividade dos colaboradores da empresa aumente.

 

 

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António Godinho
Administrador do grupo Onebiz
www.onebiz-group.com

 

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