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A Base de Dados de Intenções

A busca, tal como a conhecemos hoje, é o nosso primeiro interlocutor na Internet. Facilmente as pessoas se adaptaram à interface da janela de busca, mais ainda do que a interface do Windows.

Diz John Battelle, autor do Best Seller "The Search", onde criou a expressão que dá título a este artigo: “Coloquem uma janela de busca em frente seja de quem for e essa pessoa logo saberá o que há-de fazer com isso.”

O interesse deste autor pela temática da busca tem a sua génese nos estudos de antropologia cultural que fez na universidade. O uso dos instrumentos de arqueologia deveria ter lugar também em civilizações vivas e não, como é comum, em civilizações há muito mortas. Todas as coisas transformadas pela humanidade devem ser vistas como cultura material.

Assim, quando fazemos uma pesquisa num motor de busca estamos a anunciar uma INTENÇÃO.

E de intenção em intenção, todos os milhões de utilizadores dos motores de busca contribuem a todos os minutos para o “mais duradouro, importante e significativo apetrecho cultural na história da humanidade, a Base de Dados de Intenções”, cujos pilares assentam nas transacções, declarações, comportamentos e ligações feitos na Web.

Com efeito, a busca permitirá ilustrar a história da era moderna em todas as mais variadas vertentes.

Hoje em dia os motores de busca, a troco de um pouco da nossa privacidade, ostentam anúncios publicitários de acordo com as intenções que lhes demonstrámos, quando lhes pedimos resposta a uma pesquisa.

Por enquanto, a conveniência, o serviço e o poder que os motores de busca nos proporcionam, forçam-nos a fechar os olhos à intromissão na nossa corrente de consultas.

A busca desagua num imenso oceano de marketing, média, tecnologia, cultura e direitos fundamentais. Empresas como a Google podem transaccionar a identidade digital duma pessoa a pedido.

Instituições policiais, militares ou administrativas, podem a todo o momento violar as riquíssimas bases de dados de intenções, de empresas como a Google, Yahoo ou AOL. Segundo um executivo da Google, “Um só episódio negativo é a distância que nos separa de sermos vistos como Big Brother.”

O que acontece aos dados armazenados naquelas empresas? Quando pesquisamos temas tabus ou da nossa mais íntima esfera privada, queremos acreditar que o rasto deixado por essa informação não será usado contra nós. Mas será assim?

À data em que escrevo estas linhas a Google atingiu o topo das marcas mais valiosas do mundo. Com apenas nove anos de existência destronou a Coca-Cola, Wall Mart e GE, não se esquecendo de cumprir a profecia de Bill Gates, dando um vitorioso “pontapé no rabo” à Microsoft.

Porquê? Porque conseguiu decifrar enigmas de valor incalculável para o marketing e economia, tais como: “O que quer o mundo?

 

 

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Autor Carlos Ascensão