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A Web Semântica

A busca perfeita não poderá existir sem o desenvolvimento da Web Semântica.

Antes de mais e para expurgar qualquer desencontro de raciocínio. O que é semântica? Semântica é a parte da linguística que estuda o significado das palavras e a evolução do seu sentido.

E a Web Semântica? Para Tim Berners-Lee  «é um modo de descrever coisas de maneira a que um computador possa perceber». Naturalmente que o que está por trás é lógica e não compreensão.

A Web Semântica afigura-se como a melhor solução para ordenar o caos que caracteriza actualmente a informação constante na net.

No seu artigo “Semantic Web Road Map ” Tim Berners-Lee apresenta os aspectos gerais duma solução universal para estruturar a informação, com vista a tornar a Web mais inteligente.

Para este autor a Web Semântica representa um alargamento da Web actual, apresentando uma estrutura que possibilite a gestão dos conteúdos existentes na Web, independentemente da sua forma (texto, som, imagem, etc.). Através de programas de recolha dos conteúdos provenientes de fontes diversas, será feita uma valoração semântica, com vista a processar a informação e a torná-la interoperável com outros programas ou recursos. Assim, é necessário que estes recursos seja suficientemente expressivos para que as máquinas consigam processar e compreender o significado dum conteúdo, agindo como facilitadores entre os utilizadores e a informação disponível.

Enquanto a Web tradicional foi desenvolvida para ser compreendida pelos utilizadores, a Web Semântica está a ser concebida para que as máquinas operem sobre as informações, podendo compreender o seu significado.

Pretende-se estruturar a informação de forma a possibilitar conexões entre coisas que até então não se podiam relacionar.

Façamos uma pesquisa no Google a Sócrates. Na data em que escrevo, a SERP devolve-nos 12.900.000 resultados, sendo que na primeira página nos aparecem respostas relativas ao Primeiro-ministro José Sócrates, ao filósofo grego Sócrates, ao programa comunitário Sócrates e Leonardo da Vinci, e por aí fora.

Isto acontece porque o sistema não consegue distinguir o político do filósofo e do programa. Naturalmente que, combinando aquele vocábulo com outros, a busca vai ficando mais refinada.

Com a explosão do desenvolvimento da Net, cada vez é mais difícil indexar as informações. A linguagem HTML, dominante na maioria dos sites constitui uma limitação à descrição mais detalhada dos dados.

Para aperfeiçoar a indexação seria necessário criar categorias mais detalhadas, com vista a possibilitarem seleccionar mais eficazmente os dados que interessam ao usuário, no meio da enorme constelação de informação à solta na Web.

Sublinhe-se que categorias não faltam. O utilizador que quiser saber dados sobre Sócrates, filósofo, sabe como introduzir essa categoria na sua pesquisa. O que falta, isso sim, é categorias que sejam “entendidas” pelos computadores. Por enquanto não há programas que resolvam problemas ambíguos e complexos que a mente humana consegue.

A Web Semântica não pretende resolver este problema. Contrariamente ao que poderia parecer óbvio, Tim Berners-Lee e a sua equipa  não pensam na informação para os humanos, mas sim para as máquinas. Só assim é que estas podem servir as pessoas.

Este projecto desenvolve-se no consórcio W3C, e é sucessor doutro projecto sobre Metadados, cujo líder é Ralph Swick e cujo escopo não diferia muito deste – investigar a temática da «informação sobre informação» na Net.
Um elemento crucial da Web Semântica é a linguagem XML que possibilita a interacção entre vários sistemas operativos, linguagens de programação, bases de dados, etc.

Outro componente fundamental da Web Semântica é a linguagem RDF (Resource Description Framework). Através desta linguagem podem colocar-se afirmações lógicas na Net, com vista a serem encontradas e processadas pelos spiders.

 

 

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Autor Carlos Ascensão