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Trancou bem o seu site?

Por Carlos Ascensão
Para muitos gestores ter um domínio na net não significa muito mais do que a possibilidade de ostentarem o “www” nos cartões de visita e no papel de carta. Com efeito, esta postura “me too” leva muito boa gente a pensar que, como têm “sáite”, agora a sua empresa já é moderna.

Trancou bem o seu site?

Alguns nem sabem a diferença entre o “www” e o “@”. Ainda noutro dia um empresário, pedindo-me para lhe dar um parecer sobre o seu site, garantia-me que o endereço era: [email protected]. E teimava comigo enfurecido, quando eu lhe dizia que aquilo não podia ser o endereço do seu site.

Na minha óptica o pensamento de grande parte da classe empresarial expressa-se mais ou menos assim:

— Já tenho um site!
ou:
— A minha empresa já está na Internet!

E pronto! Está feito! “Agora já posso ir tratar das coisas da empresa”.

E daí ser comum vermos, por exemplo, no Verão sites com menções referentes ao Natal passado, ou sites cuja última actualização ocorreu há três anos. Todos nós sabemos que isto é comum.

Ora, acontece que um site é como um jardim: nunca está pronto. Para assegurar uma audiência constante, um dos requisitos básicos é actualizar frequentemente os conteúdos, pois, se um visitante associa um determinado site a um “slide”, ou seja, a algo cujo conteúdo permanece imutável “ad eternum”, certamente que não se sentirá estimulado a visitá-lo de novo, pois seria como ler pela enésima vez um jornal antigo.

Perde-se aqui uma oportunidade soberana de relacionamento. Logo, de captação ou fidelização de clientes. Logo, de negócio.

Por outro lado, ter um web-site dinâmico, pleno de conteúdos, com actualizações sistemáticas e com ferramentas interactivas, por si só, não chega. Podemos ter o melhor site do mundo mas se não o dermos a conhecer, de nada nos serve. É como termos uma jóia muito valiosa encerrada por anos a fio no fundo dum cofre. É uma coisa valiosa porque alguém o diz. Mas na prática, a utilidade que retiramos dela é ZERO.

Para dar resposta a estas situações desenvolveram-se técnicas e actividades a que se convencionou chamar SEO (Search Engine Optimization ou Optimização para Motores de Busca). Nos EUA SEO é uma disciplina obrigatória em inúmeros cursos na área do Marketing e do Web-design.

Algumas boas práticas, tais como adequar o conteúdo do seu site para ser encontrado facilmente pelos motores de busca, terão como efeito inevitável a visita de mais público qualificado, ou seja, de visitantes genuinamente interessados nos seus produtos. Logo, mais possibilidades de negócio.

Consagramos bastante importância a este tema porque grande parte das empresas, sejam pequenas ou grandes, encaram os seus web-sites como um fim em si mesmo. Salvo melhor opinião, os web-sites não são um FIM, mas sim um MEIO.

Para quê?
Entre outros para se distanciarem dos seus concorrentes!

Não basta submeter o nosso site em meia dúzia de motores de busca. Há algo mais a fazer. O serviço de optimização de sites em motores de busca é um trabalho de minúcia, continuidade e estudo permanente, visto que os algoritmos que norteiam a actividade dos crawlers (ou spiders - os robozinhos que vasculham biliões de páginas todos os dias) estão em constante actualização.

A maioria dos autores divide o processo de optimização dos motores de busca em duas fases ou processos:

A optimização ON-PAGE e a optimização OFF-PAGE. A primeira categoria diz respeito à URL e ao conteúdo duma página, enquanto a segunda categoria diz respeito aos links externos e ao PageRank.

É sobre esses temas que nos iremos debruçar nas próximas semanas.

Caro leitor. Se nos quiser contactar com dúvidas, críticas ou sugestões sobre esta temática, por favor, contacte-nos!
Queremos que o Portal Webmarketing seja o ponto de encontro dos aficionados da Net em língua portuguesa.

 

 

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Autor Carlos Ascensão