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200 Ferramentas Top para Marketing Digital

Neste artigo são apresentadas 200 ferramentas recomendadas para Marketing Digital.

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Introdução ao Modelo de Dados Relacional


1. Introdução às Bases de Dados Relacionais

1.1 Historial

A evolução do processamento de dados pode ser vista da seguinte forma (Figura 1-1):



Figura 1-1: A evolução no processamento de dados.

1. Processamento básico (ficheiros elementares, anos 50/60). Caracterizou-se por trabalhos isolados de programação; cada programa tinha os seus ficheiros. A manipulação dos dados estava reduzida às funções mais simples: ordenação, classificação, e realização de somatórios.

Software pouco mais fazia do que o input/output sobre o mecanismo de armazenamento, normalmente numa banda magnética. Qualquer alteração à forma como os dados deveriam estar armazenados, implicava modificações nos programas, a sua recompilação e teste. A alteração num dado (como por exemplo um novo insecticida contra o escaravelho da batateira) conduzia à criação dum novo ficheiro. O antigo continuava a existir e assim sucessivamente. A grande maioria dos ficheiros era utilizada numa só aplicação. Havia, portanto, um alto nível de redundância, com os mesmos dados multiplicados por n ficheiros.

2. Gestão de ficheiros (anos 60/70). Os procedimentos isolados de programação foram integrados em funções. Começaram a aparecer os primeiros casos de partilha de ficheiros entre programas diferentes. Ainda não era possível o acesso aos campos, só aos registos no seu todo. Por esta altura deram-se os primeiros passos, no sentido de isolar as aplicações dos efeitos perversos das alterações de hardware.

Tal como no caso anterior também aqui os ficheiros eram, de uma forma geral, desenvolvidos com um único propósito. Desenvolvia-se, por exemplo, um conjunto de { ficheiros programas } para a gestão da aplicação de fertilizantes, e outro conjunto com as características desses mesmos fertilizantes. Muita da informação estava repetida e era incoerente entre os ficheiros, tendo que haver vários programas com finalidades bastante semelhantes.

3. Gestão de base de dados (a partir dos anos 80). Nasceram os sistemas de gestão de base de dados que gerem os dados independentemente dos programas. As tabelas podem ser alteradas sem que isso obrigue à recompilação de todos os programas.

A noção de modelo de dados tornou-se essencial para o desenvolvimento de bases de dados. Aos dados passaram a ser aplicados dois níveis de independência, a lógica e a física.

A independência lógica significa que a estrutura lógica dos dados pode ser alterada sem consequências a nível de todos os programas. Por exemplo: adicionar novos campos a uma tabela, ou criar uma nova tabela.

A independência física verifica-se quando a organização física dos dados pode ser alterada sem que isso acarrete uma modificação global na estrutura lógica dos dados e nos programas. Por exemplo: adicionar uma nova chave a uma tabela, ou distribuir a base de dados por dois ou mais computadores.

A independência lógica é a mais difícil de atingir dado que os programas são altamente dependentes de estrutura lógica.

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Carlos P. Caldeira 
Universidade de Évora
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